Destaque - Procuram-se Programadores Experientes

Procuram-se: Programadores Experientes

A nossa missão é criar sistemas que vão ao encontro das necessidades específicas dos nossos clientes.

É por essa razão que dominamos o desenvolvimento à medida. E esperamos que também tu domines.

 

Procuramos Engenheiros/as de Software talentosos/as com pelo menos 2 anos de experiência nas seguintes tecnologias:

  • C#,
  • ASP.NET MVC,
  • Web Development

 

E com as seguintes características extra:

  • Licenciatura / Mestrado em Engenharia de Informática ou similar (ou pelo menos, anos de experiência prática com as tecnologias acima).
  • Uso competente e compreensão das línguas Portuguesa e Inglesa.

 

As tarefas no dia-a-dia para um programador na nossa empresa são principalmente:

  • Desenhar, programar, testar, depurar e documentar software, seguindo uma especificação.
  • Rever especificações, ajudando os analistas no seu trabalho.
  • Dar suporte a aplicações legacy (quer corrigindo bugs, ou fazendo evoluções ao código).
  • Ajudar outros programadores com questões técnicas.
  • À medida que fores demostrando competência excecional numa área, será pedido que prepares sessões para formação aos outros colegas.
  • Escrever artigos técnicos para publicação no nosso website.

A nossa empresa é pequena e com um ambiente muito informal – as nossas entrevistas técnicas incluem normalmente colaboradores mais juniores ou intermédios, que estarão a observar e ocasionalmente participar, de forma que um candidato seja avaliado não só pelas capacidades técnicas, mas também pela adequação à nossa cultura.

Trabalhamos pelo “uau, era mesmo isso que eu precisava” que os nossos clientes exclamam no primeiro contacto com o nosso software.

No final do dia, celebramos as vitórias como o grupo unido e diverso que somos. Estamos Juntos! – não só no nome, mas como equipa dinâmica, onde crescemos e nos apoiamos mutuamente.

Queremos pessoas que sintam o mesmo.

 

Benefícios

  • Seguro de saúde
  • Prémios Anuais / Viagens Pagas (baseado na performance e nas receitas)
  • Trabalho Remoto (nota: alguns contextos não o permitirão)

 

Junta-te a nós! Envia-nos um e-mail com o teu CV e SkypeId para info@together.pt.

Trabalho remoto (parte 2)

Na primeira parte deste artigo foram apresentados alguns argumentos positivos para empregador e empregado e que justificam a implementação (ou, pelo menos, a ponderação para tal) por parte das empresas. Foram referidos os ganhos em termos de poupança de tempo e dinheiro e o impacto nos trabalhadores e no seu bem-estar, motivação e produtividade na empresa.

Então e a equipa? Trabalho remoto é interessante mas os colaboradores não perderão o contacto pessoal com os seus colegas? Não se sentirão isolados por falarem apenas à distância e lidarem com os seus colegas através de texto escrito? Cada pessoa é diferente, e cada um lidará de forma diferente. Afinal, trabalho remoto pode não ser adaptado para qualquer pessoa por esta razão e por outras. A questão do contacto humano é importante de ter em conta e não deve ser negligenciada.

As vantagens de trabalho remoto não devem criar uma situação em que o colaborador não sabe com quem está a trabalhar. Uma boa equipa é uma equipa que se conhece, que confia, que se ajuda, que é próxima, e esta relação é mais forte se houver contacto presencial. Assim, a empresa tem de ter presente que tem de ser responsável em promover ações de team building para os seus colaboradores interagirem e socializarem.

Nestes eventos, as pessoas poderão falar, divertir-se, trocar ideias, fazer exercício, aprender. Importante é que sejam momentos de partilha e boa disposição e que fortaleçam a coesão da equipa. A frequência destes eventos deverá ser adequada. Não muito esparsos, para manter a coesão forte; mas não muito frequentes, até porque isso incorreria em despesa para a empresa e requereria que os trabalhadores tivessem de, frequentemente, deslocar-se ao local o que é exatamente o que a abordagem do trabalho remoto aqui apresentada tenta evitar.

Outro factor muito importante que beneficia a empresa é a competitividade. Uma empresa com uma política de trabalho remoto e com uma metodologia adequada que permita ter bons resultados e os seus trabalhadores motivados, será uma empresa desejável para se trabalhar. Assim, na hora de escolher um trabalho, um candidato irá ter essa empresa em conta pois saberá das vantagens oferecidas. Um bom profissional com grandes valências apresentará a sua disponibilidade para colaborar com essa empresa. Isto é vantajoso para ele (porque irá trabalhar com boas condições) e para a empresa (porque contará com um bom profissional).

Ainda dentro deste ponto, há a questão da eliminação da barreira geográfica na criação de uma equipa. Uma empresa que quer contratar alguém tipicamente tem de escolher profissionais que vivam perto do escritório ou que se queiram mudar para perto, o que é muito limitador. Se uma empresa de Lisboa encontrar o candidato ideal e este vive em Vila Real, e que queira continuar a viver em Vila Real, a empresa vai perdê-lo, e isto quando ele podia perfeitamente trabalhar na atual área de residência de forma remota.

Ao criar políticas de trabalho remoto a empresa deixa de ter de procurar localmente. A área geográfica onde pode encontrar colaboradores passará a ser muito maior. No limite, a área de pesquisa será o Mundo inteiro. Aqui, uma vez mais, depende da metodologia existente e da sua capacidade para adotar outras culturas, línguas, fusos horários. Mas, em potencial, elimina-se por completo a limitação geográfica para a formação de equipa.

Claro que nem todos os trabalhos podem ser feitos remotamente. Um cozinheiro tem de estar na cozinha do seu restaurante para poder trabalhar. Um polícia tem de estar na rua a patrulhar. Um lojista tem de estar na sua loja a atender os clientes. Mas mesmo esses têm benefícios com o trabalho remoto de terceiros. Comece-se pelo trânsito. Uma pessoa que trabalha a partir de casa deixa de ter de enfrentar o trânsito mas além disso deixa de ser parte desse trânsito. Assim, quantas mais pessoas trabalharem a partir de casa, menos trânsito haverá nas ruas beneficiando aqueles que têm de o enfrentar para ir trabalhar. Este ponto tem outra consequência óbvia: o trabalhador reduz a sua pegada de carbono, tornando-se mais ecológico, o que é bom para todos.

Também, com o tempo extra e com o dinheiro poupado (derivados do trabalho remoto), a pessoa pode fazer férias, comprar mais, fazer mais atividades, jantar fora mais vezes, o que irá beneficiar o turismo, os restaurantes, as lojas, os serviços, etc.

Em resumo, estão aqui algumas das principais vantagens para o empregador, o empregado e para a sociedade. A mudança está a iniciar. As empresas começam a perceber e a adotar o trabalho remoto. Tendencialmente, isto passará a ser a norma para várias profissões e as empresas que não se adaptarem não conseguirão ser atrativas, não terão os melhores profissionais e, no limite, não sobreviverão. O trabalho remoto funciona e dá frutos. É importante ter em conta que não funciona só porque sim. É preciso ter uma equipa coesa, boa comunicação, respeito, controlo. É preciso que o empregado tenha condições de trabalho em casa, o que requer algum investimento.

É necessário que a empresa aprenda a quebrar barreiras e preconceitos. É preciso adotar uma metodologia correta. Não há uma receita única para o sucesso. Cada caso é um caso. Mas em todo o caso, havendo uma correta implementação, o trabalho remoto é interessante.

 

Desde o início de atividade, a Estamos Juntos tem uma política de trabalho remoto. Criou a sua própria metodologia de comunicação e controlo, tendo esta evoluído ao longo de diferentes projetos e equipas até ter chegado a um estado de maturação que a torna flexível, bastante completa e altamente eficaz.

Os colaboradores da Estamos Juntos trabalham a partir de casa, do escritório, do centro comercial ou onde se sentem confortáveis e em qualquer sítio do Mundo. Já tivemos em simultâneo colaboradores a trabalhar a partir da Europa, Ásia, África e América do Sul, com vários fusos horários. A nossa língua oficial é o português mas quando se justifica usamos a nossa língua internacional, o inglês, que todos os colaboradores dominam. O resultado observado é claramente positivo.

A Estamos Juntos ajuda outras empresas que queiram implementar trabalho remoto e fazer desta uma realidade para o seu dia a dia. Trabalhamos na identificação de métodos de controlo, de fluxos de informação, de modos de comunicação e todas as soluções que melhor se adaptam a cada empresa, a cada equipa, a cada projeto.

Nós podemos ajudá-lo a tornar o trabalho remoto uma realidade com resultados para si e para o seu negócio também. O trabalho remoto funciona connosco. Consigo também poderá funcionar. Pergunte-nos como.

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A Estamos Juntos promove a saúde e o bem-estar dos seus colaboradores com sessões de treino físico com um treinador pessoal nos dias de encontro no escritório.

Trabalho remoto (parte 1)

A evolução tecnológica tem impactos em todos os aspetos da sociedade. Em particular, novas tecnologias criam novos trabalhos e novas formas de trabalhar. Hoje, um conjunto muito significativo de empregos são baseados no uso de computador e de internet. O trabalho é feito com o computador, os dados são guardados, enviados, acedidos, editados através da internet e um grande conjunto de serviços de comunicação, armazenamento, computação na nuvem, etc, estão disponíveis.

As equipas usam email, chatters, videoconferência para comunicarem; ferramentas de edição colaborativa; sistemas de versionamento de código; redes privadas virtuais para poder estar na rede interna independentemente de onde se esteja fisicamente; partilha de ecrã e remote desktop; sistemas para gestão e distribuição de tarefas. Tudo isto e muito mais. Muitos trabalhos dependem totalmente e unicamente destas tecnologias.

E apesar de toda a oferta de dispositivos, serviços e tecnologias que providenciam segurança, eficiência, eficácia, qualidade e mobilidade, o escritório é ainda o local típico de trabalho para os profissionais cujo trabalho é feito inteiramente com recurso a essas mesmas tecnologias. Ou seja, e por outras palavras, hoje celebramos a era da mobilidade e gozamos do privilégio de podermos fazer tudo o que é possível fazer com um computador em qualquer sítio; no entanto, continuamos a ir para o escritório todos os dias. Enfrentamos o trânsito, o stress, o acordar cedo, as correrias para chegarmos ao escritório, para passarmos o dia a trabalhar com o computador, a internet e todas as suas versatilidades.

Isto é como pegar no carro, conduzir 20km e enfrentar uma fila de trânsito até ao ginásio para fazer passadeira quando está um belo dia de sol e temos um parque muito bonito ao lado de casa.

Hoje, o trabalho remoto é possível para muitas profissões e tem imensas vantagens. E as vantagens são tanto para a entidade empregadora como para o trabalhador como também para quem não trabalha remotamente!

Ao trabalhar a partir de casa o colaborador tem um ganho imediato: tempo. Tempo que não perde a conduzir preso no trânsito e que pode ser usado para outras atividades como descansar, estar com a família e amigos, ter um hobby, cozinhar, fazer exercício. Este é um ganho muito significativo. Tão mais significativo quanto maior a distância entre casa e o trabalho e quanto maiores os problemas de trânsito existentes.

Numa cidade de congestionamentos constantes e de horas de ponta tortuosas para quem enfrenta o trânsito diariamente, é normal gastar-se 2 ou mais horas em trânsito… em cada sentido. Isto significa 4 horas diárias que são, tipicamente, desperdiçadas. 4 horas diárias que se traduzem em menos tempo com a família, pouco tempo para descansar e para comer bem e descansado, ausência de hobbies, ausência de atividade. Em resumo, tem impacto direto na qualidade de vida, na sua satisfação, no seu nível de stress. E estas são questões que devem preocupar o empregador.

Um colaborador insatisfeito, stressado, sem saúde, cansado é um colaborador que não produz. Mesmo considerando um caso menos extremo de 1 hora de viagens de cada sentido, estamos a falar de 2 horas diárias, ou 10 horas semanais ou 44 horas mensais que poderiam ser aplicadas em algo mais útil e que trouxesse mais satisfação.

Hoje fala-se muito de como as pessoas dormem pouco e mal e como isso afeta a saúde. Não ter de gastar 1 hora todas as manhãs para ir para o trabalho pode ser a diferença entre dormir 6 horas ou dormir 7 horas por noite e isto é uma diferença significativa.

Outra vantagem óbvia é a poupança. Para o trabalhador, não ter de ir todos os dias para o trabalho dispensa a necessidade de gastar combustível no carro, portagens, estacionamento ou de comprar o bilhete mensal para os transportes públicos. Pode até tornar desnecessário ter-se carro e, com ele, outras despesas como seguro e manutenção. Considerando uma pessoa que se desloca em transportes públicos na área da Grande Lisboa e que tem um passe mensal no valor 67 euros (valor arredondado do passe L123), no final do ano, o dinheiro poupado é de 804 euros, dinheiro que pode ser usado para, por exemplo, umas férias para relaxar.

Também para o empregador a poupança surgirá. Se um empregado está em casa a trabalhar, não precisa de um posto de trabalho. Assim, corta-se no custo de mobiliário, pode-se ter um escritório com área mais reduzida, diminuindo a renda. Pode-se também considerar a hipótese de não ter o escritório num local central da cidade e, como tal, mais caro. Para quê pagar para estar num sítio bem localizado, com muitos acessos, se os colaboradores estão em casa?

Rui Pinheiro (Together) a trabalhar a partir de casa.
Rui Pinheiro (Estamos Juntos) a trabalhar a partir de casa.

A produtividade é um ponto que, tipicamente, é visto como o calcanhar de Aquiles desta abordagem de trabalho. O receio de os trabalhadores terem muitas distrações em casa ou de haver uma grande tentação de preguiçar por não estar um gestor presencialmente a controlar o trabalho podem ser entraves a um empresário para introduzir o trabalho remoto na sua empresa. Mas, tal como acontece no trabalho no escritório, têm de existir metodologias e ferramentas para atribuição de tarefas e para controlo. Com a metodologia correta é fácil perceber se o colaborador está a fazer o seu trabalho corretamente.

Mas isto não é uma novidade introduzida com o trabalho remoto. Todo o trabalho deve ter alguma forma de medir desempenho e produção. Afinal, um empregado também pode ociar no escritório e usar cada oportunidade que tenha para navegar no facebook.

Ainda sobre este ponto, e recorrendo ao que foi escrito anteriormente, é importante considerar que alguns fatores essenciais para a produtividade é o bem-estar, a motivação, a ausência de stress, o repouso adequado. E um empregado que enfrenta 1 hora de deslocações de manhã, mais 1 ao fim da tarde, que dorme pouco, que não come bem, que não tem tempo para fazer exercício nem para passar tempo com a família, chegará ao escritório cada manhã mais cansado e desmotivado que um empregado feliz a trabalhar em casa.

(Continua na segunda parte…)

Alunos vão ser engenheiros por um dia na Estamos Juntos

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A Estamos Juntos é um dos parceiros da iniciativa BEST Inside View promovido e organizado pela BEST (Board of European Students of Technology), uma organização sem fins lucrativos de estudantes, que abrange 33 países europeus. Esta iniciativa de Job Shadowing permite que os estudantes universitários tenham a oportunidade de acompanhar engenheiros da sua área de interesse profissional durante um dia trabalho.

A cerimónia de abertura decorreu no dia 24 de novembro no Instituto Superior Técnico e a Estamos Juntos, esteve presente para apresentar o tipo de trabalho e projetos que se desenvolvem na empresa. As inscrições começaram no próprio dia e os estudantes serão recebidos pela Estamos Juntos entre os meses de fevereiro e maio.

A participação no Best Inside View é uma das muitas iniciativas que realizamos no sentido de partilhar com a comunidade académica as experiências e conhecimento especializado que só os grandes projetos permitem adquirir e manter atualizado. A postura de constante inovação, passa também pela abertura ao mercado, que faz parte integrante do ADN da Estamos Juntos.

Os estudantes que forem selecionados terão a oportunidade de acompanhar os nossos engenheiros de software que serão os seus mentores durante um dia, ficando deste modo a conhecer os desafios que são colocados diariamente aos nossos profissionais.

ASEAN: Um Mundo de Oportunidades

O segundo Fórum ASEAN-Portugal sobre o “O Reforço Económico e as Parcerias de Negócio”
realizou-se no passado dia 28 de abril de 2016 no Instituto de Cooperação e da Língua, Camões, em Lisboa.
Neste Fórum os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer alguns dos projetos e oportunidades de negócios existentes hoje no sudeste da Ásia. Os países membros da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático) foram apresentados como promissores para investimento em diversas áreas, dado enfoque especial nos países representados por pelos interlocutores das: Filipinas, Indonésia, Tailândia, Malásia e Singapura.

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O evento foi organizado pela SPI (Sociedade Portuguesa de Inovação – Inovação Sociedade Português) e pelo Comité ASEAN formado pela Embaixada das Filipinas, Embaixada da Indonésia e da Embaixada da Tailândia em Lisboa, com o apoio da Malásia-UE Câmara de Comércio e Indústria (EUMCCI) e recebeu, entre outros, o Embaixador das Filipinas,  Embaixador da Indonésia e H.E. o Embaixador da Tailândia em Portugal.

A Estamos Juntos, esteve presente no Fórum com o objetivo de conhecer melhor esta área geográfica como um alvo potencial para expandir seus projetos. O conhecimento que obtivemos através da nossa presença neste evento aumentou o nosso interesse nesta região como uma área de grande importância para nós.

A Estamos Juntos, esteve presente no Fórum com o objetivo de conhecer melhor esta área geográfica como um alvo potencial para expandir seus projetos. O conhecimento que obtivemos através da nossa presença neste evento aumentou o nosso interesse nesta região como uma área de grande importância para nós.

A comunidade ASEAN representa uma economia de mais de 600 milhões de pessoas e uma superfície de mais de 4,5 milhões de km2 (além de uma enorme área no mar). A política de livre comércio tomadas pela ASEAN promove o intercâmbio de produtos e serviços dentro da comunidade, apoiando as indústrias locais, a melhora a competitividade e torna a região mais atrativa para o investimento estrangeiro. Se ASEAN fosse um país, seria a 7ª maior economia do mundo, e ainda está em crescimento. Estima-se que em 2050 se tornará a quarta maior economia do mundo.
ASEAN é composta por países com imensa diversidade de cultura, língua, religião e maturidade económica. ASEAN é um enorme mercado consumidor, com um PIB per capita crescendo de forma consistente nos últimos anos, verificando-se uma redução significativa da pobreza. Estima-se que o número de famílias com renda acima de US $7500 por ano é em 2015 de 125 milhões, cerca de duas vezes mais que em 2010. A população na ASEAN está a virar-se rapidamente às tecnologias de informação. Com a introdução do telemóvel (110%), bem como uma elevada utilização da Internet (25%). ASEAN é um grande exportador, principalmente de produtos agrícolas, têxteis, eletrónicos, peças de automóveis, minerais e produtos de mineração, serviços e turismo.

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(Mapa dos países que compõem a ASEAN *)

Hoje existe um amplo conjunto de pontos de interesse para o investimento estrangeiro na ASEAN. As empresas têm um mundo de oportunidades para expandir seus negócios nesta área geográfica. Em particular, as áreas de agricultura, infra-estruturas, energia (renovável, eficiência, distribuição), transportes, tecnologias de informação, nutrição, bens de consumo, tecnologia da água, informação e segurança física, educação, entre outros.
É importante notar que a ASEAN é uma comunidade diversificada, com muitas diferenças entre seus membros. Há necessidades especiais e específicas para cada um. O potencial investidor deverá se informar sobre cada mercado específico, a fim de identificar qual é o mercado ideal para arriscar diante. As representações diplomáticas em Portugal são excelentes pontos de partida para começar a criação de relações e para obter informações.
Portugal teve através de sua história, especialmente durante os séculos XVI e XVII, um contacto próximo com esta região. Tinha uma forte presença em Malacca (na atual Malásia), onde podemos encontrar hoje muitos edifícios históricos da época; que tinha relações comerciais intensas com a região do Sião (hoje parte da Tailândia, Laos, Myanmar e Vietnã); a expedição que levou os primeiros europeus para as Filipinas foi ordenada pelo Português Fernão de Magalhães.
Apesar da longa história de interações, hoje a presença Português nesta região não é forte. Esta área é considerada, geralmente, como um grande destino para o turismo (e é, de fato, dada a sua história, cultura, gastronomia, pessoas, paisagens e bom tempo), e não tanto como destino de negócios. ASEAN é, porém, um mercado em crescimento grande e rápido, ávido para o investimento e capaz de oferecer todos os recursos que uma empresa pode precisar.
Seria interessante, portanto, que Portugal se transformou mais uma vez, como no século XVI, a esta área geográfica e procurou os valores que podem ser tomadas a partir de intercâmbio cultural e comercial com esses países.

Há um mundo de oportunidades para o investimento estrangeiro na ASEAN.
Estamos Juntos é uma empresa internacional. Nós temos projetos na África, Europa e América Central. Herdamos algo do Portugal do século XVI: somos pequenos, mas temos experiência e conhecimento que nos dá confiança e uma enorme vontade de se expandir para novos horizontes no mundo. Agora os nossos olhos estão a olhar para o Sudeste Asiático. Vamos olhar para as oportunidades e fazer o nosso melhor para, também lá, podermos dar o nosso melhor contribuir para mais e melhor acesso à informação e uma melhor utilização e alcance das tecnologias de informação, a fim de tornar as organizações mais seguras, mais eficazes, mais eficientes, mais comunicativo e mais justo.

* ASEAN é composta pelos seguintes países (em ordem alfabética): Brunei, Camboja, Indonésia, Laos, Malásia, Myanmar, Filipinas, Singapura, Tailândia e Vietname. O site oficial é http://www.asean.org/.

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Carlos Sampaio e Mabille Tamala (Estamos Juntos), com Michelle Jayag da Embaixada das Filipinas em Lisboa

 

Olá Mundo!

A Estamos Juntos é uma empresa portuguesa de intervenção internacional.

A nossa missão é a criação de soluções para os nossos clientes através da entrega e acompanhamento de projectos de tecnologias de informação e gestão organizacional com grande qualidade.

O nosso compromisso com os nossos clientes está para além do trabalho ou do projecto. A satisfação e o sucesso são atingidos através de um envolvimento total, de verdadeira parceria, estando ao lado do cliente para resolver problemas actuais e encontrar soluções para o futuro.

Estamos Juntos é mais que um nome. É verdadeiramente a nossa filosofia e postura no mercado.

A nossa empresa é recente mas conta com uma equipa de larga experiência em tecnologias de informação e gestão em várias áreas geográficas.

Os nossos clientes preferem-nos devido ao envolvimento e dedicação, e aos resultados apresentados. Actualmente trabalhamos para diversos clientes ligados à área governamental, banca e seguros.

Os nossos clientes são, tipicamente, grandes organizações privadas ou públicas que lidam com sistemas complexo e informação de grande volume e sensibilidade e que procuram as soluções mais robustas, seguras e usáveis, com recurso aos melhores profissionais e tecnologias mais recentes.

Neste espaço que está a visitar poderá encontrar informação sobre nós, as nossas competências e as tecnologias em que nos apoiamos. Existe também um espaço de partilha de informação útil relacionada com a nossa actividade, que disponibilizamos para contribuir para enriquecer a comunidade.

Obrigado pelo interesse. Estaremos sempre disponíveis para esclarecer sobre questões que possa ter sobre nós e sobre como poderemos ajudá-lo e à sua organização.